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Setembro de muitas cores

  • Foto do escritor: Comunica Franciane Bayer
    Comunica Franciane Bayer
  • 28 de set. de 2021
  • 2 min de leitura

Por Franciane Bayer


Setembro é um mês de muitas cores. Nos vestimos de verde e amarelo para comemorar a Independência do Brasil. É também o mês que vestimos as cores do nosso Rio Grande do Sul - verde, vermelho e amarelo - para celebrar a Semana Farroupilha e o Dia do Gaúcho. Mas o verde e o amarelo também têm outro significado. São as cores escolhidas para duas importantes campanhas em defesa da vida.


O Setembro Verde é uma campanha realizada para conscientizar a sociedade sobre a importância da doação de órgãos e tecidos. A negativa familiar é um dos principais motivos para que um órgão não seja doado no Brasil. Em 2018, 43% das famílias, segundo a Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, recusaram a doação de órgãos de seus parentes. Por isso, precisamos tratar deste tema importante, principalmente para aqueles que dependem de um transplante para viver ou seguir em frente com mais qualidade de vida. O diálogo com os familiares é fundamental, pois são eles que autorizam a doação. O sim salva vidas e eu acredito que podemos contribuir para dar uma nova chance às pessoas que aguardam na fila de transplantes, através de um amplo trabalho que desperte a solidariedade e a empatia na sociedade.


Já o Setembro Amarelo alerta para um problema que tem preocupado ainda mais em tempos de pandemia que é o suicídio. Relatório recente da OMS diz que uma pessoa comete suicídio a cada quarenta segundos no mundo, o que corresponde a 800 mil mortes por ano, sendo um sério problema de saúde pública em nível mundial. Diante dos impactos gerados pela pandemia da Covid-19 na saúde mental das pessoas, a valorização da vida, o apoio emocional, o cuidado com o próximo se fazem ainda mais necessários. No último dia 10, foi sancionada a Lei 15.701, de minha autoria, que institui oficialmente no Estado a campanha de valorização da vida Setembro Amarelo e o Dia Estadual de Prevenção ao Suicído. Não há uma receita certa para detectar quando uma pessoa está pensando em tirar a própria vida. Mas o indivíduo em sofrimento deixa sinais que devem chamar a atenção dos familiares e amigos. Precisamos estar mais próximos, dispostos a escutar para identificar os sinais, falar e agir.


O setembro verde e amarelo encerra, mas a nossa luta pela vida é permanente. Te convido a abraçar esta causa, vestindo as cores da vida em todos os dias do ano!


Foto: Vinícius Reis/ ALRS

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